Terça-feira, 21 de Junho de 2011

PORTUGAL PERIFÉRICO OU...O CENTRO DO MUNDO?



Uma obra poética que todo o português devia ler: 126 páginas de boa poesia na língua de Camões. Pode fazê-lo adquirindo o livro em tons de azul para a sua estante, como a foto ilustra, ou adoptar uma maneira bem económica em formato de Ebook no link do próprio livro:
http://www.bubok.pt/libros/2158/PORTUGAL-PERIFERICO-OUO-CENTRO-DO-MUNDO

Sinopse

Uma visão poética, também crítica, do Portugal moderno.
O autor enaltece a Portugalidade, a sua peculiar maneira de "estar no mundo".
Integrado hoje na Europa (União Europeia) Portugal tem contudo uma vocação mundialista.
Plataforma entre povos, equidistante entre Moscovo e Nova Iorque, tem ligações
afectivas, linguísticas, com todos os cantos do mundo.
Portugal, porto de saída e de entrada para as Américas, África, rota nunca fechada para oriente.
Portugal uma ponte de diálogo.
Portugal,
um país do extremo ocidente da Europa, de brandos costumes, também de
grandes feitos que, na geopolítica dos mares e dos continentes, está bem
no Centro do Mundo.
__________________________________________________

Saudações afectuosas do,

António E. Pereira

Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA

Só para divulgar uma notícia importante que me chegou da Bubok Editora, com grande interesse para quem tinha ou tem dificuldade em efectuar compras on-line com cartão visa ou via paypal.
Tal dificuldade era-me transmitida por muita gente quer virtual quer pessoalmente. Pois bem, podem agora via TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA adquirir qualquer obra em www.bubok.pt.

A notícia divulgada pela Bubok Editora:

"Em resposta aos pedidos de alguns autores e leitores, incluímos a opção de transferência bancária nas modalidades de pagamento na Bubok.Pt.

Agora já não há obstáculo algum para que o vosso livro chegue a todos os que o querem ler!

Todos os pormenores sobre como usar esta nova forma de pagamento, estão descritos aqui: http://www.bubok.pt/blog/nova-forma-de-pagamento-disponivel-na-bubok/"

Sábado, 18 de Dezembro de 2010

"TEXTOS DISPERSOS DO EU": Título de livro



Clique na imagem para aumentar, poderá ter uma ideia do livro e do link da Editora Bubok onde o mesmo é impresso.
Este blogue está de parabéns: ajudou a produzir um LIVRO!


Sinopse
Intervalo em prosa na minha poesia: Um conjunto de textos variados sobre temas interessantes que irão trazer algo de novo à vida do leitor; temáticas que deixarão cada um tão atento quanto interessado, tão curioso quanto informado.
Ver todos os livros do Autor


Convido-o a dar uma espreitadela no meu link da Editora Bubok em: clique aqui para visitar meus livros

Sábado, 8 de Novembro de 2008

PARA ONDE VAI O ESCUDO? (1999)

Há muitas pessoas que sentem uma certa tristeza e até angústia por estarem muito habituadas ao ESCUDO e, de um momento para o outro, eis que se vêem obrigadas a utilizar uma nova moeda e a fazer as contas de outra maneira. Esta como que nostalgia verifica-se mais entre as pessoas mais idosas.
Mas a realidade está aí e o tempo não anda para trás.
O que acontece então aos escudos?
É assim:
As moedas de escudo continuarão a ser cunhadas até ao ano de 2001. Depois a moeda nacional é recolhida pela banca comercial, fundida e vendida como qualquer metal.
Em Janeiro de 2002, as moedas começam a ser retiradas de circulação e substituídas pelas do euro. Após esta fase, o proprietário da moeda, o Estado, procederá como habitualmente: funde o metal e vende-o.
Em relação às notas, o seu destino é a destruição pura e simples.
A vida útil de uma nota nomeadamente das de menor valor, é inferior a um ano. Assim sendo, o que vai acontecer com as notas de euro e com as notas antigas de escudo é exactamente o que acontece com a normal substituição de notas que fazemos correntemente.
Vão sendo retiradas de circulação e posteriormente destruídas.
Este processo de substituição "natural" faz-se em sensivelmente seis meses. Todavia o Banco de Portugal prevê acelerar o processo não o estendendo pela totalidade do período em que euros e escudos estarão nos bolsos dos portugueses.
A ideia é tornar o período de dupla circulação tão curto quanto possível.
Assim, dentro de pouco tempo e como fica bem explicitado, todos diremos quer queiramos quer não:
ADEUS ESCUDO, VIVA O EURO!

E para que conste,

1 EURO = 200,482 escudos

Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

O REINO DO EURO ou EUROLÂNDIA 2 (verso e reverso da nova moeda)

Neste período de transição ninguém será obrigado a fazer pagamentos em euros e, igualmente, a receber dinheiro nessa moeda.
Existirão sete notas diferentes: de 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 500 euros.
As moedas serão oito e terão dois tipos: haverá moedas de 1, 2, 5, 10, 20 e 50 cêntimos. Cada euro corresponde a 100 cêntimos, tal como agora um escudo corresponde a 100 centavos.
O EURO será por certo uma moeda estável, talvez uma das grandes divisas mundiais, capaz de rivalizar com o dólar.
Todavia, nem tudo serão rosas para este grande "desafio" que é a moeda única.
O médio prazo poderá, segundo especialistas, por em causa o projecto. Lembrem-se apenas os casos previsíveis, como o quadro financeiro da UE para os próximos seis anos, o alargamento a Leste ou a concorrência a nível internacional. E também o Pacto de Estabilidade e Crescimento.
Como o euro não prevê um orçamento comum, possíveis desequilíbrios regionais irão dificultar a gestão orçamental e aumentar o desemprego, já que os países não cumpridores terão de aumentar impostos e cortar despesas sociais. Em caso de "derrapagem" de um dos maiores países, as taxas de juro subirão para todos, mesmo para os "bem comportados".
Se a economia se expandir, tudo deverá encaixar. Mas o contrário também pode acontecer.
O EURO é um grande desafio... mas nem tudo serão rosas na EUROLÂNDIA!

O REINO DO EURO ou EUROLÂNDIA (verso e reverso da nova moeda)

O REINO DO EURO, A EUROLÂNDIA, são expressões que ouvimos e lemos seja na imprensa, seja na rádio ou na televisão, para designar esta etapa importantíssima na construção europeia que se iniciou em 1 de Janeiro de 1999.
A partir desta data, moedas tão importantes como o marco alemão, o franco francês, a peseta espanhola, a lira italiana, o escudo português e mais seis moedas darão progressivamente lugar ao EURO e, pura e simplesmente, desaparecerão.
Embora a nova moeda não passe de imediato a circular, pois só agora começa a ser cunhada, podem com ela efectuar-se desde já determinadas transacções.
O valor atribuído ao euro é, para já, de cerca de 200 escudos (um pouco mais) e desde 1 de Janeiro de 1999 que se podem efectuar pagamentos em cheques, transferências bancárias e inclusivamente abrir uma conta em "euros" num banco.
As moedas e notas apenas começarão a circular a partir de 1 de Janeiro de 2002, pelo que só andarão pelos nossos bancos a partir dessa data.
Até 31 de Dezembro de 2001 haverá um período de transição para que, quer as pessoas, quer os bancos e as empresas se vão adaptando à nova realidade.
Daí que as empresas estão já a afixar preços quer em escudos quer em euros adaptando as suas contabilidades às novas realidades e contribuindo para a habituação da população aos novos preços.